Curso de Blues no Teclado Aprenda a tocar Blues no Teclado, sem sair de casa, no horário que desejar.

Ebook Grátis Teclado Para você dar os seus primeiros passos nas teclas.

Hoje vamos aprender como se formam os acordes no instrumento.

Veja que tudo que estamos aprendendo tem uma relação direta com a escala maior, e não será diferente agora com os acordes.

É importante saber a diferença entre notas e acordes. As notas são como o singular, ou seja, ela está sozinha. O acorde é uma sobreposição de notas distintas, ou seja, como se fosse o plural.

Os acordes podem ser tríades ou tétrades. As tríades são os acordes formados por três notas, as tétrades os acordes formados por quatro ou mais notas.

O Acorde maior é formado pela Tônica, terça maior e quinta justa.

O Acorde menor é formado pela Tônica, terça menor e quinta justa.

O Acorde de sétima menor ou dominante é formado pela Tônica, terça maior e quinta justa e sétima menor.

O Acorde meio diminuto é formado pela tônica, terça menor, quinta menor e sétima menor.

O Acorde diminuto é formado pela tônica, terça menor, quinta menor e sétima diminuta.

O Acorde sétima maior é formado pela tônica, terça maior, quinta justa e sétima maior.

Existem outros acordes além desses mas com essas relações você já saberá como montá-los, lembrando que as principais relações foram as tríades ou seja o acorde maior e menor, entendendo essa relação básica fica fácil você montar os outros acordes.

Está gostando do nosso guia do iniciante? Imagine os nossos cursos em dvds como podem lhe ajudar, pense nisso? Próxima aula o assunto será inversão de acordes.

 

Dessa vez vamos falar das notas musicais e os acidentes como sustenido e bemol. Muita atenção a aula de hoje, pois ela será a base da casa.

 

Para entendermos quais as notas musicais vamos começar imaginando uma escada onde você tem as notas: dó, ré, mi fá, sol, lá, si, dó.

Muito bem só que tem um erro aqui e que precisamos consertar urgentemente.

 As notas musicais não são apenas dó, ré, mi fá, sol, lá, si, dó. Na realidade essas são as notas naturais além delas nós temos os acidentes que são: o sustenido e o bemol.

Vamos começar pelo sustenido, as notas musicais são: dó, ré, mi fá, sol, lá, si, dó. Entre essas notas nós temos os sustenidos menos nas notas mi e si.

Veja agora que a nossa escada ficou muito maior e que o sustenido foi sempre subindo mas nas notas mi e si não temos esse acidente.

Então posso afirmar que não existe o mi e o si sustenido? A reposta é sim e não. Na prática elas não existem, mas numa partitura elas podem aparecer, e se for o caso mi# é igual a fá e si# sustenido é igual a dó.

Agora vamos falar do outro acidente que é o bemol. Vamos imaginar agora que estamos descendo a escada e as notas seriam: dó, si, lá, sol, fá, mi, ré, do. Entre cada uma dessas notas teremos o bemol menos nas notas dó e fá.

Eu vou falar as notas no sentido contrário ou seja descendo.

Perceba que na prática o sustenido e o bemol representam a mesma nota no instrumento, por isso chamamos isso de enarmonia. Veja:

Agora chegou a hora de colocarmos em prática o que aprendemos em nosso instrumento.

Perceba que no teclado nós sempre temos 2 teclas pretas e 3 teclas pretas, depois isso se repete. a primeira tecla branca antes das 2 teclas pretas é a nota dó.

Agora já sabemos como localizar todas as notas no braço do instrumento. Conheça nossas vídeo-aulas para desenvolver melhor o seu aprendizado e de forma passo a passo com método. Na próxima aula o nosso assunto será a escala maior.

aula 1

Olá amigos vamos começar o nosso guia do iniciante, e o primeiro assunto que vamos tratar é sobre o ritmo.

Antes de termos qualquer definição sobre o que é ritmo, precisamos entender os seus componentes básicos que são o som e o silêncio.

Para exemplificar vamos ouvir a batida de um coração.

Perceba que tivemos a alternância entre sons e silêncios, mas tivemos acima de tudo um padrão, uma repetição de sons fortes e fracos num determinado ciclo, quando eu termino o ciclo eu recomeço da mesma forma.

Vamos colocar em pratica o conceito de ritmo? Para isso vamos utilizar um metrônomo que nos dará a velocidade que tocaremos.

Vamos usar a contagem até 4 para determinar onde começa e termina a pulsação. Cada quadrado branco representa o silêncio, cada quadrado preto representa o som. Quando eu toco a nota no teclado eu terei o som, quando eu soltar a tecla terei o silêncio.

Agora vamos usar a mesma contagem para a pulsação, ou seja, contar até 4. Só que agora nós vamos subdividir cada tempo. São 4 tempos só que agora eu divido cada tempo em dois.

Espero que tenha gostado da aula, se inscreva em nosso canal, dê um joinha, faça o seu comentário, na próxima semana vamos falar sobre sons graves e agudos.

 

 

 

Nessa aula vamos aprender como formar o campo harmônico e pra que serve.

Como já vimos em outras aulas tudo o que é formado tem uma relação direta com a escala, o campo harmônico não é diferente.

Para formarmos um campo harmônico maior, precisamos primeiramente montar a escala maior, tendo as notas da escala aplicamos a seguinte fórmula:

I IIm IIIm IV V7 VIm VIIº

Pegamos as notas da escala e aplicamos a fórmula, no caso da escala de sol os acordes serão:

G Am Bm C D7 Em F#º

Aqui usamos apenas acordes de tríades, acordes de 3 notas.

Mas o ideal é aprendermos o campo harmônico com acordes de tétrades, acordes com 4 ou mais notas, nesse caso a fórmula é a mesma apenas acrescentamos algumas notas aos acordes e a fórmula ficaria:

IM IIm7 IIIm7 IVM V7 VIm7 VIIm7(b5)

Na escala de sol os acordes seriam:

G7M Am7 Bm7 C7M D7 Em7 F#m7(b5)

Mas para que serve um campo harmônico maior afinal?

O campo harmônico nos mostra quais os acordes tem uma relação com a escala, portanto, com a tonalidade. Numa tonalidade de G o acorde de G pertence à escala e o acorde de Gm não pertence.

Vamos imaginar que eu precise colocar acordes numa música, vou usar como exemplo a música “atirei o pau no gato”

G

Atirei o pau no gato to

          Am   D7                G

Mas o gato to, não morreu reu reu

              C                      G

Dona Chica ca admirou-se se

     Am             D7                        G

Do berro do berro que o gato deu

 

Veja que os acordes utilizados foram: G, C, D7, Am.

Todos esses acordes pertencem ao campo harmônico de G. Isso significa que eu tirei a música exatamente como ela é, não exatamente, mas com certeza eu cheguei bem perto por conhecer o campo harmônico.

Na próxima aula vamos falar de campo harmônico menor. Se você já chegou até aqui com certeza já está entendendo cada vez mais as relações dos acordes e escalas. Não seja egoísta compartilhe com os amigos e avise da próxima aula.

Na aula passada falamos sobre campo harmônico maior, nessa aula vamos aprender o campo harmônico menor no teclado ou piano.

Para formarmos um campo harmônico menor, precisamos primeiramente montar a escala menor, tendo as notas da escala aplicamos a seguinte fórmula:

Im bIIº III IVm Vm bVI bVII7

Pegamos as notas da escala e aplicamos a fórmula, no caso da escala de sol menor os acordes serão:

Gm Aº Bb Cm Dm Eb F7

Aqui usamos apenas acordes de tríades, acordes de 3 notas.

Mas o ideal é aprendermos o campo harmônico com acordes de tétrades, acordes com 4 ou mais notas, nesse caso a fórmula é a mesma apenas acrescentamos algumas notas aos acordes e a fórmula ficaria:

Im7 IIm7(b5) bIII7M IVm7 Vm7 bVI7M bVII7

Na escala de sol menor os acordes seriam:

Gm7 Am7(b5) Bb7M Cm7 Dm7 Eb7M F7

Da mesma forma que o campo harmônico maior, saber o campo harmônico menor vai me fazer perceber quais os acordes podem ser usados em uma canção de tonalidade menor.

Vamos imaginar que eu precise colocar acordes na música, “nesta rua nesta rua”

              Gm                                   Dm

Se essa rua, se essa rua fosse minha

                                               Gm

Eu mandava, eu mandava ladrilhar

                                                                 Cm

Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhantes

           Dm                                       Gm

Para o meu, para o meu amor passar

Veja que os acordes utilizados foram: Gm, Dm, Cm.

Todos esses acordes pertencem ao campo harmônico de Gm. Isso significa que eu tirei a música exatamente como ela é, não exatamente, mas com certeza eu cheguei bem perto por conhecer o campo harmônico menor. Existem outras escalas menores que iremos falar em breve, e se existem outras escalas menores, também existem outros campos harmônicos.

Gostou do nosso guia do iniciante? Tentamos de forma simples e concisa, lhe dar um apanhado geral do aprendizado de um instrumento. Os assuntos que foram tratados são básicos e que muitos alunos muitas vezes deixam de lado. Mas essa é a base da casa e sem ele eu não estou aprendendo a tocar e sim a decorar canções. Compartilhe com os amigos te vejo na Primeirosacordes.com.br

Vamos falar agora, em nosso guia do iniciante, sobre o que é som grave e som agudo.

Muitas vezes o iniciante tem dificuldade de entender conceitos básicos e isso vai trazer muitos problemas lá na frente, principalmente quando tiver que tirar uma música de ouvido.

Qual a diferença entre um som grave e um som agudo? Vamos imaginar dois homens um baixo e um alto. Se eu tivesse que representar um som para cada um deles eu faria da seguinte forma: o homem baixo representará o som grave e o homem alto representará o som agudo.

 Vamos começar pelo som grave, para isso vou tocar a nota dó mais à esquerda.

Agora vamos tocar um som mais agudo, vou tocar a nota dó mais a direita.

Agora nós sabemos a diferença entre um som grave e um som agudo, e com isso foi dado um belo passo para identificarmos os sons pelo ouvido. Na próxima aula as notas musicais.

O nosso assunto dessa vez será a escala maior, como é formada e tocada no instrumento.

Na aula passada aprendemos que existem doze notas musicais, mas para criar uma melodia básica eu não uso todas as doze notas e sim sete notas e como eu seleciono quais as notas que serão usadas?

Vamos utilizar uma medida de distância que será o tom e o semitom.

A distância de uma nota até outra será um semitom, por exemplo, de C até C#. A distância de duas notas será de dois semitons ou 1 tom, por exemplo de C até D.

Para selecionarmos quais as notas serão utilizadas uso a seguinte fórmula:

T  T  ½  T  T  T  ½

Com essa fórmula nós teremos uma escala maior. Vejamos:

C T D  T E  ½  F  T  G  T  A  T  B  ½  C

Veja que a primeira coisa é ter a nota principal ou tônica, que no caso é dó e depois aplicar a fórmula. Portanto a escala de dó será:

C  D  E  F  G  A  B  C

Usando esse conceito em uma escala de sol nós teremos as seguintes notas:

G T A  T B  ½  C  T  D  T  E  T  F#  ½  G

Agora vamos colocar em prática a formação da escala.

A primeira coisa foi localizar a primeira nota no teclado, e depois aplicar a fórmula.

Muito bem, agora você está se perguntando para que serve a escala na prática?

 A escala é a base onde será construída toda a música desde a melodia, os acordes a harmonia. Sem a escala não teremos a música que normalmente conhecemos. Vamos dar um exemplo prático do uso da escala.

 

Vou tocar a música cai cai balão usando apenas a escala de sol que aprendemos.

Ré, ré, dó, si

ré, ré, dó, si

ré, mi, ré, dó, si, lá

lá, si, dó, lá, si, dó, lá, si, dó, lá, si, dó

ré, mim, ré, dó, si, lá, sol

 

Gostou da aula? Então divulgue para os amigos, veja um passo de cada vez, mas muito bem dado fará com que você aprenda música de forma a entender o que está fazendo. Quer aprender mais? Conheça nossas vídeo-aulas, e nossos cursos online. Na próxima aula escala menor.

Na aula passada aprendemos como montar uma escala maior, dessa vez vamos entender como se monta uma escala menor.

Você se lembra da fórmula para montar uma escala maior?

T T ½ T T T ½

Para montar uma escala menor precisamos do sexto elemento da fórmula em diante, ou seja, ela começa na sexta nota da escala maior, portanto a fórmula fica

T ½ T T ½ T T

Com essa fórmula nós teremos uma escala menor. Eu vou montar a escala de C e Am e perceba que elas tem as mesmas notas, mas elas não são iguais pois terão resultados sonoros diferentes, por isso chamamos essas escalas de relativas. Vejamos:

Veja que a primeira coisa é ter a nota principal ou tônica, que no caso é lá e depois aplicar a fórmula. Portanto a escala de lá menor será:

Lá T  Si 1/2t  Dó T Ré T Mi 1/2t Fá T  Sol T  Lá

Usando esse conceito em uma escala de sol menor nós teremos as seguintes notas:

Agora vamos colocar em prática a formação da escala.

A primeira coisa foi localizar a primeira nota no  instrumento, e depois aplicar a fórmula.

Para exemplificar vou tocar uma música chamada Peter Gunn usando a escala de Gm.

Peter Gunn:

Sol, sol ,lá, sol sib, sol, dó, sib

Sol, sol ,lá, sol sib, sol, dó, sib

dó, dó, ré, dó, mib, dó, fá, mib

dó, dó, ré, dó, mib, dó, fá, mib

Sol, sol ,lá, sol sib, sol, dó, sib

Sol, sol ,lá, sol sib, sol, dó, sib

A cada aula estamos dando um passo pra frente no entendimento do instrumento e a sua relação musical, inscreva-se em nosso canal, divulgue para os amigos, faça parte da Primeiros acordes. Na próxima aula o assunto será os intervalos musicais.

 

Na aula passada aprendemos a formação dos acordes hoje vamos falar sobre a inversão de acordes.

Inversão de acordes é você pegar uma das notas do acorde que não seja a tônica e passar ela para o baixo, ou seja, ela passa a ser a nota mais grave.

Vamos começar pelo acorde de Sol em seu estado fundamental. Observe que a nota que está no baixo é a tônica.

Agora vamos pegar a terça do acorde de G e passar ela para o baixo e teremos a primeira inversão do acorde.

Agora vamos pegar a quinta do acorde de G e passar ela para o baixo e teremos a segunda inversão do acorde.

Agora vamos pegar a sétima do acorde de G7 e passar ela para o baixo e teremos a terceira inversão do acorde.

Mas afinal qual a finalidade da inversão do acorde?

Bom, para criarmos um bom arranjo podemos usar a linha de baixo para acentuar uma linha melódica.

Por exemplo, se eu tenho uma linha melódica de baixo que seja: G, F#, E e D

Posso manter essa linha de baixo usando a inversão de acordes e teria:

G | D/F# | Em | Em/D | D7 |

Na próxima aula o assunto será um pouco mais complexo, falaremos sobre o campo harmônico. Por isso não falte a aula, hein? Se gostou basta dar um joinha e compartilhar para os amigos.

Vamos falar agora sobre os intervalos musicais e as relações das notas com a sua escala.

Agora que já aprendemos como formar uma escala maior,se você ainda não aprendeu assista a aula anterior, vamos aprender as relações das notas de uma escala. Vamos imaginar que a minha escala seja Sol maior. Cada nota encontrada na escala terá uma relação de dependência com a primeira nota da escala, no caso sol. Por isso a nota sol será chamada de tônica ou fundamental.

Nós teremos dois tipos de intervalos os simples e os compostos.

Os intervalos simples serão os intervalos que vão até a sétima maior.

Os intervalos compostos serão os que vão da oitava em diante.

Mas e se surgirem notas estranhas a escala, qual será o nome do intervalo?

Todas as notas terão ainda uma relação com a escala e as notas que não pertencerem a escala serão chamados de intervalos menores ou aumentados, dependendo da situação.

Agora vamos colocar em prática os intervalos musicais.

Vamos tocar no  instrumento a escala maior e localizar os intervalos.

Novamente devo localizar a primeira nota, se quero o intervalo de terça maior, toco a escala maior e localizo a terça maior, depois basta tocar os dois intervalos ao mesmo tempo.

Se quero um intervalo de terça menor, basta localizar a terça maior da escala e voltar uma nota pra trás.

Mas e se a minha escala é menor, os nomes dos intervalos serão os mesmos? Não. A relação de intervalos é baseada em uma escala maior, por isso antes de tudo você tem que ter vem claro na cabeça a escala maior.

Veja que os intervalos tiveram nomes diferentes, por exemplo, a terça na escala menor é uma terça menor, pois a terça sempre será maior na escala maior.

Tocando no  instrumento a escala de Gm e os seus intervalos teremos:

Na próxima aula o assunto será a formação de acordes no braço do instrumento. Gostou quer aprender mais venha fazer os nossos cursos online, você vai gostar.

3 acordes para ter as paredes

 

Na aula passada, deixamos bem claro como é a pulsação do Blues e como essa pulsação é importante para se sentir o Blues.

Nessa aula nós vamos aprender os acordes básicos do Blues e a sua sequência tradicional.

Primeira coisa, se você não sabe como se forma um acorde, passou da hora de você aprender isso.

- Mas professor o Bluesmen que veio lá do Mississipi, o cara era semianalfabeto, o cara sabia como se formava um acorde?

Sabia. E sabia mais do que nós, que precisamos estudar a formação do acorde pra enxergar o acorde no instrumento. Ele já tinha a visão completa do acorde no instrumento.

Um erro comum de quem começa a improvisar é achar que a escala é o prato principal, quando na realidade é o acorde. Esse conceito simples é que fez com que o Blues influenciasse o Jazz diretamente.

Portanto se ainda tem dúvidas como se forma um acorde, tem que resolver agora.

No link que você está vendo tem o passo a passo, pra você entender de vez o assunto:

-Ah professor mas estou com preguiça.

Se você está com pressa ou com preguiça, não aprende a tocar Blues não, vai jogar vídeo game que você será mais feliz.

 

No Blues tradicional todos os acordes são dominantes, ou seja acordes de sétima menor. Por exemplo C7, D7, E7, etc...

No Blues tradicional nós usamos 3 acordes. Que seriam: I, IV e o V graus do campo harmônico.

Mas qual a diferença?

No campo harmônico, supondo que a tonalidade fosse Dó maior, os acordes seriam: C, F, G7.

No Blues todos os acordes serão dominantes e portanto seriam: C7, F7, G7.

Essa simples mudança na harmonia tradicional, faz toda a diferença.

Como é que acho rapidamente os acordes de um Blues?

Basta encontrar a primeira, a quarta e quinta nota da escala no seu instrumento, achou as notas você terá o nome dos acordes, sendo que esses acordes serão dominantes, ou seja com sétima menor.

Agora já temos 2 informações importantes, regras que você tem que saber. Um Blues tem 12 compassos e 3 acordes dominantes.

Precisamos agora entender como distribuir esses 3 acordes em uma sequência típica do Blues.

Nos 4 primeiros compassos, usamos o 1º acorde, nos compassos 5 e 6, usamos o 2º acorde, nos compassos 7 e 8, voltamos ao 1º acorde, no compasso 9, vamos para o 3º acorde, no compasso 10, voltamos para o 2º acorde, no compasso 11, voltamos a usar o 1º acorde e no compasso 12, fechamos o ciclo no 3º acorde.

Usando como exemplo a tonalidade de C, ficaria assim:

C7 | C7 | C7 | C7 |

F7 | F7 | C7 | C7 |

G7 | F7 | C7 | G7 |

Agora que sabemos como será uma sequência de Blues, vamos botar a mão na massa?

Nós vamos tocar a sequência em ritmo de Slow Blues, como o próprio nome diz é um blues mais lento.

Na mão Esquerda, tocaremos o mesmo padrão da aula anterior, utilizando a quinta justa e a sexta do acorde.

Para C7, tocaremos assim:

Para F7:

teclado blues

Em G7:

teclado blues

Na mão direita tocaremos os acordes.

Em C7 ficará da seguinte forma:

teclado blues

Para F7:

teclado blues

Para G7:

teclado blues

No 12º compasso, tocaremos o acorde de G7 não mão direita com três notas por tempo, isso finaliza a sequência do Blues:

teclado blues

Essa Aula é parte integrante do nosso Curso Blues – Do começo ao fim

As 4 primeira aulas do Curso você estará assistindo gratuitamente, mas o curso completo apenas em nosso site. A intenção desse curso não é apenas que você aprenda a tocar blues no seu instrumento, mas que você tenha uma visão ampla e completa de como deve ser tocado um blues por uma banda. Por isso o aluno do curso não terá acesso apenas ao seu instrumento mas acesso a todo os instrumentos para que realmente sinta o que é uma banda de Blues.

Se você quiser saber mais acesse o link: https://primeirosacordes.com.br/teoria/curso-completo-de-blues

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